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riscos_e_rabiscos

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Pérolas infantis #3

Entro na sala de aula, pouso as minhas tralhas e acendo o PC e o quadro interactivo. Entretanto já uma aluna tinha ido pedir a uma auxiliar para mandar subir a minha turma.

 

Alguns alunos foram à casa de banho antes de entrar na sala. Subitamente, entra um deles, muito escandalizado de mão na boca e murmura algo...

 

- Que disseste C.? Não percebi nada... - disse eu, intrigada.

 

- A E. viu-me a pila... - disse muito baixinho. 

 

- Continuo sem perceber nada... a E. viu-te o quê? - perguntei mais uma vez.

 

- A E. viu-me a pila!!! - disse o miúdo em tom normal.

 

- Oh! Deixa lá... E depois? Isso é uma coisa normal. Os meninos têm pilinhas e as meninas papoilinhas (lol)... Concerteza que toda a gente já viu estas coisas... Não fique chocado... - Disse eu, com vontade de rir, mas a tentar minimizar a coisa.

 

Mais tarde, alguém a quem eu contei este episódio, me confidenciou que o C. não tem uma pilinha... tem um grande chouriço! Será que era isso que as miúdas queriam espreitar? {#emotions_dlg.sarcastic}

 

Um Dia A Cama Vem Abaixo!

 

 

Já era tarde e, depois de terminarmos de ver um filme, fomo-nos deitar. Enfiamo-nos na cama, batemos palmas intimamente porque os sacanas dos vizinhos do outro prédio não se esqueceram da água do autoclismo ligada, e fechámos as nossas pálpebras com um sorriso no rosto, as mãos dadas e a felicidade no coração. Mas isto durou pouco tempo…

 

Começámos a ouvir uns ruídos estranhos… Mas que raio…?! Calámo-nos e ficámos a escutar… nheck nheck para aqui… nheck nheck para ali… Eram uns sons fantasmagóricos, de casa mal assombrada. Ainda nem sequer é Halloween… Seria uma porta ou uma janela mal fechada? Não. E foi aí que percebemos o que era. Ah pois é!

 

Nheck! Nheck! Nheck! E nunca mais acabava. Eu e o N. estávamos à espera, a qualquer momento, de ouvir um estrondo brutal. Não é por nada mas o casal que está a viver na casa por baixo de nós, neste momento, são duas almôndegas XXXXL, ou seja duas bolinhas de carne.

Pelos vistos a cama deve ser feita de contraplacado pois a coitada gemia que se fartava e os parafusos pareciam remadores de kayake em sincronia, para trás e para a frente. A parede também já não estava a apreciar esta empreitada e encarava a coisa comportando-se como um rochedo intransponível.

 

A velocidade aumentava, o nheck nheck apressava-se desesperado até que se sentiu uma pausa e o barulho do vapor a descarregar – Puuuu!* Depois a empreitada continuou ao mesmo ritmo. Finalmente, a calmaria…

 

Passados alguns minutos, voltamos à empreitada furiosa. Ó valha-me Deus que esta noite não dormimos! Nheck! Nheck! Nheck! Ai que é agora que a cama se desmancha! – Pensámos nós ao mesmo tempo que preparávamos os dedos para enfiar nos ouvidos, na tentativa de minimizar o susto. Mas a cama lá resistiu estoicamente, os parafusos recuperaram as forças, a parede serenou e instalou-se o sossego. Todo o prédio pode, finalmente, adormecer após uma noite de tanta tormenta.

 

*Uma ventosidade anal potente!

Resolução Do Enigma

 

Um jovem casal apaixonado, desejando viver a urgência do seu amor, atravessa a penumbra da noite. Dirigem-se para solo sagrado, onde procuram refúgio e protecção. Vítimas de um amor esconjurado pela família, trocam juras de amor eterno.

 

Sob a bênção dos deuses, oferecem-se os seus corpos e almas. Dessa fusão entre o amor de dois seres, rogam à deusa sua protectora, que lhes dê um fruto, símbolo da sua união eterna.

 

 

Estavam a gostar, era? Esta foi apenas uma mini-história ficcionada por mim para justificar o “Enigma Cor-De-Rosa”.

Percorria eu uma rua do santuário de Fátima quando, descuidadamente, ia pisando a tal coisinha cor-de-rosa. Fiquei de boca aberta pois jamais esperaria encontrar uma coisa daquelas ali, naquele lugar, e muito menos… ao lado do caixote do lixo!

 

Pois bem, caros/as bloguistas, a tal coisa cor-de-rosa era nada mais, nada menos do que um… preservativo usado!!!!!!

 

Bom, temos de ver a perspectiva positiva das coisas não é? Ora vejamos: pelo menos deve ter sido sexo seguro (pois deve ter sido em cima do caixote do lixo); ou alguém estava a cumprir alguma promessa, ou então foi alguma estreia…

 

Bom, só me ocorre dizer que foi uma q…. abençoada!

 

 

Um Dia Especial...

Hoje foi um dia especial. Fiz mais um ano de namoro. Completei aquele número cuja simbologia é tão fascinante. Simbolicamente é o número da vida, da renovação, da perfeição. Já adivinharam qual é?

 

E é isto mesmo que tem vindo a acontecer na minha vida: uma tentativa de renovação para atingir a perfeição do que já existe. E tentar melhorar sempre o que já se tem para se passar à etapa seguinte. Afinal a vida é feita de ciclos que se completam para suceder a outros. Faz parte da evolução da vida e do ser humano.

 

Já havia algum tempo que este dia tão especial, estava relegado para segundo plano. Umas vezes por ausência, outras por desleixo e outras ainda por situações imperativas. Mas hoje foi diferente.

 

Comemorámo-lo a três e à nossa maneira. Até tive direito a uma tratamento de pés especial. Para terminar, fomos jantar fora. Fomos experimentar um local diferente e que não conhecíamos. Não nos esticamos na bebida, comemos bebida saudável e não houve doces para ninguém… à excepção de uns chocolatinhos que tínhamos aqui em casa, pronto, admito! E uns beijinhos… bolas! Não se pode omitir nada…

 

(Agora só pra ti N.: Esperemos que estes teus beijinhos se prolonguem por muitos anos, nino adoradinho! I U)

 

Let's Talk About Sex!

 

"A mulher precisa de estar bem para fazer sexo; e o homem precisa de sexo para estar bem".

 

                                  

 

A mulher como ser emocional que é, precisa de sentir carinho, desejo e confiança no seu parceiro para pratilhar um momento tão especial como o do sexo.

 

A vivência quotidiana - problemas laborais, pessoais, preocupações diárias - pode influenciar grandemente a disposição da mulher para estes momentos.

 

Nestes momentos de prazer, a mulher gosta de se empenhar e disfrutar na sua pleinitude estes instantes a dois para que aconteça uma entrega total.

 

Já o homem, tem uma atitude completamente diferente perante o sexo: são momentos como estes que representam reforços para a sua auto-estima e masculinidade.

 

O homem não precisa de estar ligado emocionalmente a uma pessoa para consumar um acto sexual. É o seu instinto primário a funcionar, a instigar a procura destes momentos.

 

 

Este post foi escrito à 1.40 da manhã, sob o efeito de sexo, drogas, alcool, coca-cola, café e bombons com prazo expirado há mais de dois anos... e não nos podemos esquecer do queijinho fresco* que ficou em cima da mesa!!!

 

 

 

* não confundir com o extinto conjunto musical "queijinhos frescos"!

 

Fervor Sexual (Parte III)

 

 

 

                

Ao ver-se sozinha com F. na sala, C. levantou-se imediatamente do sofá. Ela circulava pela sala, fingindo que observava os objectos que a enfeitavam, tentando disfarçar o constrangimento.

F. continuava sentado no sofá a observar todos os movimentos de C., como se fosse um predador a apreciar a sua presa. Para quebrar aquele ambiente, C. resolveu iniciar uma conversa banal, sobre generalidades.

Enquanto C. estava a contar os minutos para que P. voltasse para a sala, F. desejava que aquele momento se prolongasse o mais possível no tempo.

 

Momentos depois, o par de namorados regressa à sala. Instala-se, de novo, um ambiente alegre e de conversa.

A hora já era tardia e o cansaço começava a revelar-se em cada um deles. Como é habitual nas mulheres, as duas amigas foram à casa de banho, tendo a P. aproveitado para fazer um pedido a C.: para ficarem a dormir em casa do C. naquela noite. A C. não gostou da ideia mas também não tinha alternativa, uma vez que, era suposto ela dormir em casa da P. nessa noite. Por isso, não teve outra opção senão aceder.

 

A P. iria dormir no quarto do C., como era óbvio, mas onde ficariam F. e C.? Aparentemente, haveriam apenas mais dois quartos livres: o dos pais de C. e o de hóspedes. C. explicou que F. e C. teriam de dormir no quarto de hóspedes pois no dos pais ia ser complicado e que, se não se importassem, teriam de partilhar a mesma cama. C. ficou lívida mas não se manifestou.

 

Subiram as escadas e dirigiram-se ao quarto de hóspedes. C. deu todas as indicações a C. e F. e depois de desejar uma boa noite, dirigiu-se ao seu quarto com a P. .

C. recusou-se a despir. Alegou uma série de desculpas e apenas se descalçou. Sentou-se na cama e, sem outro remédio, acabou por se enfiar debaixo dos lençóis. O frio apertava… Deitou-se bem à pontinha da cama com receio da proximidade de F., que tentou convencê-la a chegar-se mais para o meio da cama. Ela agradeceu mas disse-lhe que já era hábito dormir assim.

 

Após alguns momentos de silêncio, F. tenta estabelecer uma conversa com C. . Esta fingia estar quase a adormecer por não estar interessada em trocas de palavras àquela hora. Além daquela situação ser tão desconfortável, ainda por cima com uma pessoa que conhecia há meia dúzia de horas.

 

F. desejava-a com todas as forças do seu corpo e a proximidade dela, o seu cheiro e presença a alguns centímetros de distância, estavam a desnorteá-lo. Começaram a surgir-lhe várias ideias à mente. Ponderou uma delas e decidiu agir.

 

C. continuava imóvel no seu lado da cama. Não conseguia adormecer, Concentrava-se na respiração e movimentos de F. , expectante. O seu sexto sentido alertava-a para algo.

 

Subitamente, F. coloca o seu corpo em cima do de C. e começa a beijá-la. C. gelou, petrificou, não sendo capaz de articular um músculo, surpreendida com tal atitude. F. queria-a para si. Desejava-a como nunca desejou nenhuma mulher. Disse-lhe que a adorava, que era a mulher da sua vida. C. não acreditava no que estava a ouvir. Ele queria amá-la, ficar com ela para o resto da sua vida. Quando conseguiu articular uma palavra, C. disse-lhe que ele se estava a precipitar. Ele afirmava que não. Que nunca tinha encontrado uma mulher como ela, que nunca uma mulher o fizera sentir o que sentia por ela. Beijava-a incessantemente, com voracidade e loucura.

 

C. estava assustada. Resolveu ficar imóvel e não ofender F. . Nunca tinha passado por uma situação daquelas e não sabia como reagir. Além disso, estava numa posição muito vulnerável. Decidiu não o contrariar e corresponder à vontade dele.

 

F. começou a cair em si e a acalmar aquele comportamento louco, Pediu desculpa a C. pelos seus impulsos mas que tudo aquilo que lhe tinha dito era verdade. Acrescentou ainda que queria que C. se tornasse sua namorada. Ela ouviu atentamente e respondeu-lhe que falariam com mais calma. Pediu-lhe que dormissem um pouco pois doía-lhe a cabeça e sentia-se muito cansada. Ele concordou e aconchegou-se a ela.

C. rezava para que os minutos passassem rapidamente, para se livrar daquela situação.

 

A manhã chegou, P. bateu à porta do quarto e C. saltou da cama como se tivesse molas nas pernas. C. iria levá-las a casa. F. pediu o contacto de C. que lho deu muito renitente. Os sentimentos não eram correspondentes mas também não queria magoar F. . C. deixou que ele a beijasse mais algumas vezes até chegarem a casa. Foram feitas as despedidas e as raparigas entraram em casa.

 

“P. nunca mais me peças um favor destes!” – pediu C. – “Tu não imaginas o que passei esta noite. O F. quase que me engoliu e eu não o quero ver nunca mais… repugna-me! Além de que me fez sentir um medo que não sabia existir…”

                                                                            

                                                     THE END

Fervor Sexual (Parte II)

Durante o jantar, F. não conseguia desviar os olhos de cima de C., que conversava e se ria descontraidamente. Nem percebia os olhares que F. lhe dedicava. Apesar do seu íntimo o impelir para uma proximidade física de C., F. mostrava-se reservado. A sua timidez e o pouco interesse demonstrado por ela, impediu-o de fazer qualquer tentativa aproximação.

 

Finalizado o jantar, resolveram ir a um bar que, por sinal, pertencia a um amigo deles. O bar era frequentado por motards, logo, a decoração era condizente. Música alta, ambiente escurecido, algum fumo e pessoas em amena cavaqueira.

 

F. decidiu que teria de ser naquela altura que se iria aproximar dela. Angariou toda a coragem que tinha, deitou para trás das costas a sua timidez natural e começou a intervir mais na conversa. Gargalhadas e palavras divertidas soavam no ar vindas daquela direcção.

Finalmente, F. consegue tocar na mãe de C., que olha para ele surpreendida. Subtilmente, ela retira a sua mão. Não quer ser indelicada nem magoá-lo. Mas aquele toque foi inesperado.

 

C. começou a perceber que aquela aproximação de F. não era de mera amizade. Havia um interesse por trás. E ela já estava a perceber qual era.

Foram para a discoteca e F. não conseguia afastar-se de C. . Havia uma força quase magnética que o atraía para perto dela. Ela dançava ao som da música como se o ritmo se apoderasse dela. Era quase como um transe. Ele não desviava o olhar, enfeitiçado por ela.

 

P. e C. já estavam cansados dos ambientes nocturnos e propuseram uma ida à casa de C. cujos pais se encontravam ausentes.

Dirigiram-se ao carro e rumaram em direcção à magnífica casa de C. . F. não cabia em si de contentamento. Era uma óptima oportunidade para privar mais um pouco com C. e de se embriagar naquele ser que lhe começava a roubar o coração.

Já em casa, instalaram-se confortavelmente nos sofás. F. não desperdiçou a oportunidade de se sentar juntinho a C. Ela achou que aquela proximidade era um pouco abusiva mas não se manifestou. Continuou expectante e a comportar-se como se não se tivesse apercebido de nada.

 

Entretanto, C. resolve mostrar à namorada um CD novo que tinha comprado e abandona a sala.  C. e F. ficam sozinhos…

 

 

(To be continued…)

 

Fervor Sexual (Parte I)

Duas amigas têm um encontro amoroso marcado com duas beldades do sexo masculino. A P. namorava com o C. e cada um resolveu levar um amigo para este encontro. A P. levou a sua amiga C., enquanto o C. levou o amigo F. .

Foram feitas as apresentações, tendo o F. ficado visivelmente bem impressionado com a C. .

 

De beleza exuberante, com belos olhos cor de mel e cabelo curto muito bem delineado, de lábios perfeitos e carnudos, a C. sempre deu nas vistas. Vestia-se de uma maneira simples mas de forma a evidenciar o seu belo corpo de formas generosas.

A C. nunca teve consciência da sua beleza pois a sua timidez não o permitia. Era ingénua com gestos soltos e despretensiosos mas de uma inteligência inegável.

 

O F. era um rapaz de estatura média, musculado e de belos cabelos aloirados. Cheio de estilo no vestir e possuidor de uma bela mota. De poucas falas mas de olhar observador e penetrante.

 

A P. tinha encontrado o “amor da sua vida”, pelo menos daquela altura. A P. tinha lindos cabelos compridos com caracóis nas pontas, sempre revoltos, lábios de quem pede um beijo, olhar doce e voz suave e meiga. Exalava amor por todos os poros por aquele que lhe preenchia o coração: o C..

 

O C. era um menino de excelentes famílias ricas, de ar descontraído e divertido, cuja beleza física não era muita mas que tinha sido compensada pela simpatia e a sua boa aparência.

 

Todos estudavam no mesmo local, excepto o F., pelo que o convívio diário entre eles era muito.

Ao C. tinha sido oferecida a carta de condução pelos pais e esta saída a quatro destinava-se a festejar o seu sucesso.

Para começar, ele trouxe o carro que já há muito conduzia sem carta, segundo foi-lhe dado um voto de confiança por todos ao arriscarem o pescoço nesta sua primeira viagem.

 

Esta noite tinha sido planeada ao mais ínfimo pormenor e, por isso, tinha de ser uma das melhores das suas vidas.

Um jantar romântico a quatro, uma ida a um barzinho aconchegante e uma passagem pelas discotecas da noite lisboeta.

 

E é aqui que começa a história da C. e do F. …

 

(Continua…)

 

Depressão no Masculino

 

Todos sabemos que as relações humanas não são fáceis. Há que haver tolerância e cedência entre dois seres que se amam. Há que cultivar o amor todos os dias, como se não houvesse amanhã. Mas nada disto é fácil.

 

Nas relações cujo tempo já é longo, tende a cair-se na monotonia. No entanto há que haver investimento das duas partes para modificar isto. O pior é quando só uma das partes investe porque a outra não está bem.

A mulher embeleza-se, cuida de si sempre com o intuito de agradar ao homem. Mas o homem não. Ele não está bem e resiste em admiti-lo. Não partilha os seus problemas que mascara com os mais variados subterfúgios. Estamos à beira da depressão.

 

Já nada interessa. Apetece-lhe estar sozinho, isolar-se da mulher e filhos, dos amigos. Mostra uma tristeza profunda, um desespero perante a vida. Sente que não consegue fazer a família feliz e, por isso, afasta-se.

Como sempre, a mulher luta, batalha, para tentar compreender o homem e ajudá-lo. Mas ele ergue uma barreira intransponível, nem ele consegue entender a sua própria mente. Ele não consegue distanciar-se e perceber que está doente, que precisa de ajuda. Ele não percebe que ao rejeitar ajuda está a dinamitar a sua relação, está a fazer sofrer quem o ama.

 

A confusão mental é de tal ordem que se sente ansioso com tudo e com todos, quer tudo e nada, revela uma apatia e um cansaço estranhamente anormal acompanhado de grandes insónias. As relações sexuais entre o casal são grandemente afectadas. Ela tem vontade de partilhar um momento de amor e prazer com o seu parceiro mas ele mostra-se indiferente, desinteressado e não consegue consumar o acto. Mas um problema para a sua cabeça pois, perante a mentalidade masculina, a falha da consumação do acto é sinónimo de fraqueza da sua masculinidade.

 

Quando falamos em depressão, referimo-nos, quase sempre, ao universo feminino. Os homens não têm depressões, apenas se encontram cansados, diz o preconceito masculino.

É muito triste assistir-se à degradação de uma relação pelo facto do elemento masculino precisar de ajuda e não a aceitar…

 

 

Amor Consumado

 

Após algum tempo de afastamento,

                          dois corpos sedentos um do outro

                                                       reencontram-se e fundem-se

                                                                               dando origem a uma

      explosão de estrelas e cometas...